sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

2006 ==> 2007


O que posso dizer do ano de 2006?

Aqui repetir, por mim, por meus familiares,
e por todos os meus diletos amigos,
a oração que repito,
diariamente,
sempre que posso.

E o que posso dizer do ano que virá, 2007?

Ao final desse outro ano, podermos, todos,
repetir essa mesma oração.


ABENÇOADO E BENDITO SEJAS,
SENHOR NOSSO DEUS,
QUE NOS MANTEVE VIVOS,
NOS SUSTENTOU,
E NOS TROUXE A ESTE MOMENTO DA VIDA,
QUANDO NOS FAZES COMPREENDER,
QUE O MUNDO MAIOR,
O MUNDO VERDADEIRO E MARAVILHOSO,
ESTÁ NA MENTE E NO CORAÇÃO
DE TODOS OS HOMENS.

SENHOR DEUS,
FIEL PAI,
ENSINA-NOS
TUDO AQUILO QUE AINDA PRECISAMOS APRENDER,
E NOS AJUDE, A APRENDER LOGO,
TUDO AQUILO QUE O SENHOR
QUER NOS ENSINAR.

ASSIM SEJA!

NOSSA ETERNA GRATIDÃO, PAI.

terça-feira, 26 de dezembro de 2006

Haikai


Cipreste morre

Enfeitado para a festa.

Brindou-se o Natal.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2006

MENSAGEM DE PAZ


O melhor e mais Feliz Natal
a cada um de vocês, meus amigos,
que trazem nos seus corações
o melhor que ali possa ter:
sentimentos pela PAZ,
AMOR pelo BEM,
solidários acenos,
amizade sem fronteiras,
um maravilhoso Universo interior.
Que os bons momentos
trazidos pelo Natal
perdurem o mais que possam
por todo o ano de 2007.

A cada um de vocês,
o melhor do meu abraço amigo,
que um dia, quem sabe,
romperá as fronteiras do virtual.

Até lá,
continuemos a nos ver
por aqui.

(O anjo e as lanternas aí da foto
são detalhes da decoração que fizemos
na frente da nossa casa.
O anjo foi idealizado e feito por minha
filha Renata. As lanternas foram
feitas por mim.
Tudo para que o Natal seja Iluminado,
e que também o seja em
nossos corações)

terça-feira, 19 de dezembro de 2006

Covardia humana



É com profundo pesar que faço esta postagem.

Acabamos de ter confirmada a notícia de que nosso amigo Mô,
o mais amigo dos caninos que tivemos, acaba de morrer, pois foi
covardemente envenenado. De nada adiantaram os nossos cuidados
todos, e toda a correria que tivemos para levá-lo à emergência
veterinária.

Sinceramente, qualquer coisa de mal que algum animal faça, o faz
pressionado por sua natureza animal. Já os homens...

Tessitura poética


Despercebidamente


Prazeroso é

falar como todo mundo fala,

dizer o sol nasce

quando se sabe que assim não é.

É prazeroso

espraiar-se indefinidamente

pela multiplicidade

engastada na singularidade

do que somos,

e ver ruir todas as

máscaras das quais dispomos.

Não ser mais nós mesmos,

aspirados, multiplicados

e suportados que somos,

é prazeroso.

E tão prazeroso é

não ter importância,

assim como não tem

importância dizer

ou não dizer que se é.

Prazeroso é pensar,

agir e experimentar

cada qual singularidade

incrustada na multiplicidade;

tanto, a tornar-se imperceptível.

E tanto, que se passa

despercebido

ao mais próximo

e ao mais distante

no tempo ao mesmo instante.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2006

Haikai



A folha que cai
Ao soprar da ventania.
Outono escoa.