Reiterações
Desencantos...
nem sempre fugazes,
pois que duradouros,
e reiterantes são.
Linha de fuga de toda existência.
E perduram os desencantos,
e reiterantes
nos casos de amor.
Em quantas almas brotam
estes mesmos lamentos?
Reiterantes
são os tormentos.
Os desencantos.
sábado, 29 de maio de 2010
Tessitura Poética
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quinta-feira, 20 de maio de 2010
Tessitura Poética
No gume do calafrio
Vertigem,
extrato
entre a instabilidade
e o medo.
A vertigem,
doença das almas
desesperançadas,
desesperadas,
na rota das fugas
da ruína química
e orgânica.
Em tudo há a vertigem!
Nas fronteiras da perdição,
a vida marginal
das possibilidades
na perturbadora
fragilidade das crenças.
E tudo beira ao calafrio
na espuma do substrato social.
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sábado, 15 de maio de 2010
Tessitura Poética
Talvez
Talvez o amor
aconteça
por aprendizado.
Acontecimento por ensejo,
ou substância da razão,
estrangeiro ao rodízio
da sorte,
e da fortuna.
Talvez,
talvez o amor
seja quimera oportuna.
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segunda-feira, 3 de maio de 2010
Tessitura Poética
Sazão e Razão
Insanos somos,
na pira da ardência
que nos consome.
Deliciosa.
Ao mesmo tempo,
torturante ardência
que se quer em constante erupção
consumida na efêmera existência.
Loucos insanos somos
na pira da constância
da volúpia e da paixão.
E corpórea maturação
de transcendente substância
em perene sazão.
E há a razão:
mortalha pétrea
da poética criação.
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efvilha
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segunda-feira, maio 03, 2010
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