De um devotado amor
A morte chegou antes...
terá ela nascido quando eu nasci?
Não, amada minha.
Tudo aconteceu no exato momento que te conheci.
Eu te amei no exato instante
do pulsar do sangue quando te vi.
Na pira ígnea da mais intensa paixão,
por primeiro o desfalecimento, e morri.
O teu desdém, indiferente e frio,
foi a morte do amor que a ti devotei.
No entanto, reiterante meu sentimento,
da morte, tudo transmudou em sofrimento.
Você sempre esteve presente
nas fragrâncias que toda mulher exalou,
em todos os lábios que beijei,
nos olhares de cobiça que olhei...
Não... não sei.
Talvez não haja outra mulher à qual tanto amei.
sábado, 18 de setembro de 2010
Tessitura Poética
Postado por
efvilha
às
sábado, setembro 18, 2010
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Um comentário:
Oi gostei muito do blog, visite o meu de textos pessoais, obrigado.
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